Quem poderia imaginar que aquele antigo vendedor da cidade grande, chegou em humilde recondito noas plagas caipiras do interior paulista, juro que não era Fartura, compareceu em salão de barbeiro, que prontamente o-atendeu, tirou a barba e, ao término perguntou-lhe:- arco, tarco ou verva; atonito o vendedor ficou sem entender, lógico que pediu-lhe tradução, que preferiu mostrar-lhe: um pequeno vidro com alcóol, um tubo com talco e, um aspirador com velva ( colônia forte), temos a impressão de que as cidades nas entranhas dos montes, serras, lagos e às margens das antigas vias férreas ainda persiste e, o linguajar viou tradição, algumas pessoas preferem abreviar as palavras e carregar os "r", palavras como porta, porteira, carroça etc... em outra oportunidade falaremos sobre o "cururu" dos cururueiros, que nada tem haver com o sapo no nordeste brasileiro, também chamado de cururu(...), nas margens de Itapetininga, Tatuí, Cerquilho, Tietê e Piracicaba a presença marcante da raiz da música sertaneja caipira, quem duvidar possa, acesse: www.cururu.com , certamente descobrirá dezenas deles, cantadores de improviso(...) que no Norte e Nordeste, chamados de repentistas(...) temos orgulho de ser membro da comunidade do cururu..., até a próxima, Shalom, Baruch Shem Kevod! Laércio Freitas, Fartura-SP.
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