Nem tudo é céu de brigadeiro, ou mar de almirante(...)as classes media baixa e media alta dos rincões de nossa pátria sofrem o impacto do prosseguimento da formação escolar de seus filhos; qual o pai e mãe que não deseja um diploma universitário e, um lugar à sombra(...)somos vitimas do capitalismo consumista em que desprezamos as lides agrícolas, pecuárias e, procuramos um curso superior que nos habilite e possamos usufruir de melhores ganhos, adquirir bens duráveis, viagens para exterior para especialização, pós-graduação e, raros são aqueles que conquistam o "canudo" e, quando o curso que concluiram tem relação com aquela pequena propriedade, digamos: médico-veterinário, zootecnista, engenheiro-agronomo, dificilmente retornamos a oferecer inovações, avanço naquilo que seu papai iniciou ao "suor de sangue..." para conduzí-lo à tão sonhada Universidade(...) preferem buscar o 1º emprego em multinacional, dirigir destilarias de alcóol de grupos estrangeiros, ou instalar um "Pet-Shop" em cuidados à pequenos animais e, oferecer apoio logístico à criadores de bovinos em confinação, se porventura fossem visitar a China, Coréia do Sul, Japão certamente aprenderiam que dignificam àqueles devotos à agricultura sustentável, à psicultura, e atividades nas encosta das montanhas para serem transladados às feiras, mega-shopping de alimentos e, os governos socialistas exigem que os bacharéis, e técnicos estagiam pelo menos 5 (cinco) anos na roça em sobrevivência da população, afinal voltar para roça poderá ser melhor que o 1º emprego, Reflitam muito bem sobre o dito!...Até breve, Shalom, Baruch Snhem Kevod!!! Laércio Freitas*
Nenhum comentário:
Postar um comentário